quarta-feira, 27 de maio de 2026

Começou a 3a Guerra Mundial?

 Maio de 2026: o dominó geopolítico se alastra rumo ao caos nuclear?


    
Enquanto ficamos distraídos com tantas barbaridades acontecendo no país e alhures - e o sortimento é tão espetacularmente variado - uma situação muito, mas muito grave, está se avolumando, e sem receber a devida atenção dos meios de comunicação. Se nos basearmos apenas no noticiário “oficioso” das grandes agências internacionais de notícias (e nossa mídia lacaia local) não perceberemos que a terceira guerra mundial talvez já tenha começado. E pode transformar-se numa contenda nuclear...


        Esta situação vem sendo construída, a rigor, desde abril de 2008, quando EUA e alguns países europeus decidiram não mais honrar o acordo de não-expansão da OTAN - que foi o que permitiu a reunificação da Alemanha (03/10/1990), forçando a inclusão da Ucrânia e Geórgia. Se este países ingressam na OTAN, podem abrigar mísseis balísticos posicionados a distâncias críticas de Moscou, o que é uma ameaça existencial à Rússia, e explica os eventos da Ucrânia, desde o golpe do Maidam em 2014 até a guerra provocada com a Rússia, que se iniciou com a invasão de 24 de fevereiro de 2022. A confirmação deste tendência “atlântica” se deu na Cúpula da OTAN de Madrid, em junho de 2022, que literalmente declarou guerra à Rússia e aumentou a tensão convidando também a Suécia e a Finlândia para ingressar no clube da provocação.

    Repete-se um roteiro conhecido, que foi o da “crise dos mísseis turcos” de 1960 - que, no ocidente aparece narrada como “crise dos mísseis cubanos” (esta, em 1962), fruto da resposta da então URSS à provocação original - que, não esqueçamos, foi precedida por um golpe de estado na Turquia... Simples assim.

    Não dá para entender como as lideranças dos países europeus caem nessa ladainha belicista e são tão facilmente levados a assumir uma postura abertamente russofóbica, a ponto de iniciar um rearmamento em massa preparatório para uma hipotética guerra que, inclusive, estimam para 2029-2030, quando “os russos invadiriam e tomariam a europa continental”, como andam a falar. Entre os fatores que explicariam tal insanidade, estão, em parte, a pressão dos EUA ao abandonar momentaneamente a OTAN e deixá-los “desamparados”... (e nem comentei da destruição do Nordstream 2). Enfim, não foi só nos EUA que a loucura tomou conta.

    Mas o fato é que, de provocação em provocação, a coisa vai espiralando e corre-se o risco de perda do controle, ainda mais com o tipo de liderança política predominante hoje.

    A atual mudança na escala de risco, que a mídia ainda não alertou nem “analisou”direito, se deu no fim de semana de 16-17/05, quando Moscou sofreu um ataque massivo direto, com centenas de drones ucranianos lançados simultaneamente. Embora a grande mídia até tenha noticiado isso, o fez como se fosse algo natural e esperado (e exaltando o heroísmo da “resistência” conduzida por Zelensky), e menos ainda destacou a continuidade dos ataques que ocorreram esta semana - que incluiram a destruição de um dormitório estudantil em Luganky com mais crianças mortas. Muito menos mencionou que há evidências (e até admissão de envolvimento por parte dos EUA) de que alguns desses drones possam ter sido lançados a partir de outros países, como a Letônia, o que seria gravíssimo...

    O que o jornalismo guerreirista mostrou, sim, foi - e cito uma matéria muito representativa da BBC/Reuters - a “large-scale Russian attack on Ukraine leaves four dead and dozens injured; more than 50 locations across Kyiv were reportedly attacked”, ocorrida neste sábado, 23 de maio ... assim, do nada, sem causa aparente (a não ser, é claro, a pura “malvadeza” do agressor): não é preciso ser pró-russo para perceber o elevado grau de russofobia reinante, o que é compreensível do ponto de vista dos países bálticos, que já pertenceram à esfera soviética e guardam ressentimentos, mas acho surpreendente ver isso em países da Europa ocidental, entre eles, alguns dos que já foram considerados algo como o núcleo cultural da “civilização ocidental”.

    A penetração de tal postura irracional ao nível das principais lideranças européias - que preferem soar os tambores de guerra ao invés de pensar em reatar diálogos e negociar a paz - deveria preocupar a todas as pessoas que não desejem evaporar sob uma torrente de cogumelos atômicos. Tanto lá, como aqui, em última instância.

    É a fórmula do desastre, pois escaladas de agressão podem rapidamente sair do controle. E a possibilidade de uso de armas nucleares está na mesa, não só ventilada pelo atual ditador estadunidense, mas pela nova doutrina russa, anunciada por Putin em 19/11/2024, que não exclui explicitamente a possibilidade de utilizar armas nucleares primeiro em resposta a ataques militares convencionais muito severos. É só somar os números e ver onde isso pode dar.

    Deixo aos sociólogos e antropólogos a discussão sobre se essa não seria mais uma (e, quiçá, a pior) manifestação do atual zeitgeist super-polarizado e conflitivista, que aprisiona as mentes em falsos dilemas simplistas, e que, neste caso, são extremamente perigosos.

    Como vários analistas geopolíticos internacionais apontam - John Mearsheimer, Jeffrey Sachs, Scott Ritter e outros - uma linha vermelha foi cruzada com o ataque massivo de drones no meio deste mês de maio, o que colocou a Rússia diante de uma situação impossível - como a que a levou a invadir a Ucrânia: ela precisará flexionar músculos para tentar deter a escalada, ou seja, vai ter de retaliar. Os oreshnikovs hiperssônicos sobre Kyev são parte dessa retaliação, mas há risco de ataques também em países da OTAN, como a Letônia, que pode ter “ajudado” naquele ataque a Moscou, o que é gravíssimo. Não surpreende, porém, tal grau de envolvimento no país de origem de Kaja Kallas, Alta Representante da União Européia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, uma guerreirista russofóbica guinada ao cargo mais crítico para a sobrevivência da Europa justamente neste momento.

    Uma vez que não sou especialista em geopolítica, recomendo que assistam as entrevistas da última semana feitas pelo norueguês Glenn Diesen, disponíveis no YouTube (linkes abaixo). Goste-se ou não dos entrevistados, são analistas insuspeitos - alguns são militares reformados, porém experientes, como Douglas MacGregor, outros ex-integrantes da comunidade de inteligência, como Scott Ritter (que, a propósito, foi punido neste sábado com o fechamento de todas as contas bancárias de sua família) - e, definitivamente não estão à esquerda no espectro político (nem mesmo o entrevistador, aliás). Mas todos estão alertando para o atual contexto internacional dentro daquilo que conhecem muito bem, e convergem em perceber a possibilidade de guerra total iminente, inclusive nuclear.

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Novos acontecimentos seguem se desdobrando a cada dia, mas ainda me parecem válidas as análises destes três vídeos (em ordem cronológica):

(1) John Mearsheimer: Toward All-Out War With Both Russia & Iran
(Glenn Diesen 18/05/2026)
https://youtu.be/Dx7osj5gCmo?si=JegXUoIT97aa0dmg
(2) Scott Ritter: Europe Attacked Russia - Retaliation Is Now Unavoidable
(Glenn Diesen 19/05/2026)
https://youtu.be/tZQIeeR17Hk?si=h5scZigmoPcB1e0C
(3) Jeffrey Sachs: The Baltic States Are Now the “Most Dangerous Place” in the World
(Glenn Diesen 23/05/2026)
https://youtu.be/3EfEitDQPj4?si=yFDXqM3fRLmpIaJW


v.5 (26mai2026)


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quinta-feira, 4 de março de 2021

A Saga de Carlota - a 1a audionovela de divulgação científica do país e 1a filhota do podcast Fronteiras da Ciência


No próximo dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher - uma data fundamental de lutas em todo o mundo - estreará a primeira "radionovela" (ou "audionovela") de divulgação científica do país. A ciência como ela é – A Saga de Carlota é  uma "podfiction" - termo em inglês que se refere ao fato de ser veiculada como podcast, ou seja, um arquivo de áudio portátil, e não através do rádio, como tradicionalmente ocorria - mas não se preocupem, será toda falada em português. 
 
Trata-se de uma versão ampliada da peça em cinco esquetes criada em 2017 pela colegas Carolina Brito e Márcia Barbosa, professoras do Instituto de Física da UFRGS, e apresentada em vários congressos científicos no país e no exterior *. É também o primeiro "filhote" (ou spin-off) oficial do Fronteiras da Ciência, o que nos dá muito orgulho. O projeto foi selecionado para receber o apoio do Instituto Serrapilheira no edital Camp Serrapilheira 2019 de Divulgação Científica.



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sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Veni, Covid, Vici!


 


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sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Perdido no espaço! O desconhecido Programa Espacial Brasileiro e a síndrome de vira-lata

Amazônia-1 um satélite totalmente nacional
No programa final do Fronteiras da Ciência deste ano - "O melhor da Ciência e Tecnologia da década" (T11E40, nosso editorial de fim de ano) - comentava sobre os programas espaciais dos países como China (missão à Lua) e Índia (missão à Marte) e mencionei que "inclusive nosso programa espacial é muito bom". Soube, então, que alguns não acreditaram, e houve até quem dissesse que o programa aeroespacial brasileiro teria retrocedido para pequenos lançadores e micro satélites. É fato que nos últimos anos o país inteiro retrocedeu em vários setores, em particular no apoio à C&T, bem sabemos, mas se até as pessoas bem informadas têm essa percepção do setor de tecnologia de ponta em nosso país é por que sua divulgação anda bastante falha, por isso acho que vale a pena compartilhar algumas observações e dados.

Quanto aos lançadores, a crítica, de certo modo, procede, os projetos de lançadores maiores deixaram de ser prioridade desde o acidente de Alcântara em 2003, mas o programa não consiste apenas de "microsatélites", como mostra, por exemplo, esta matéria deste ano.
No seu lugar, o Brasil estabeleceu colaborações com diversos países para fins de lançamento de satélites (França, China, Índia e Rússia, sobretudo). Aliás, o programa de lançadores continuou se desenvolvendo, como pode-se ver nesta publicação do EAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço) de 2018, embora mais no setor militar, infelizmente.

O problema é que há um verdadeiro apagão midiático acerca de tudo que desenvolvemos de alta tecnologia e megaprojetos científicos no Brasil, especialmente desde abril de 2016 com a interrupção da normalidade democrática: por exemplo, o Criosfera1 na Antártica (e o 2 a caminho - no qual a UFRGS tem um papel proeminente), a participação nos consórcios internacionais Gemini SOAR de grandes telescopios, o Observatório de Torre Alta ATTO de estudos climáticos na Amazônia, as tecnologias únicas da PETROBRÁS que levaram à descoberta do Pré-Sal, nosso submarino nuclear, as aeronaves de distinto porte desenvolvidas pela EMBRAER (mais detalhes aqui), etc,etc - enfim, a lista não é pequena.

O Brasil tem 9 satélites em órbita, e apenas 3 desses são nanossatélites, todos de uso educacional (suponho que sejam os micro satélites mencionados). Quatro dos grandes são relativamente antigos, mas o CBERS-4 foi lançado há apenas seis anos de Talyuan na China, e o SGDC-1, um geoestacionário de defesa, subiu em 2017 numa colaboração com a França. Nosso décimo satélite será o Amazonia I , completamente desenvolvido no Brasil, programado para ser lançado em fevereiro de 2021 próximo a partir da base SHAR/Sriharicota na India, também nos marcos de uma cooperação internacional. Fora isso há projetos mais ambiciosos que estão em fase avançada de desenvolvimento, como o satélite científico Monitor e Imageador de Raios-X MIRAX (veja contextualização aqui) e a missão ASTER , uma sonda espacial brasileira que estudará um asteróide carbonáceo triplice chamado 2001SN263. Sobre esses últimos dois projetos, e muito mais, sugiro que escutem os programas do Fronteiras T07E06, T07E10 e T07E13).

Diante disso, e apesar dos cortes na C&T e todas as dificuldades que vimos enfrentando no pais, parece-me equivocado imaginar que o programa espacial brasileiro está parado. Basta seguir a página www.inpe.br/noticias para saber de tanta coisa interessante que fazemos. A grande mídia tem grande responsabilidade no tocante à invisibilidade de todo esse trabalho, não demonstra interesse em mostrar brasileiros se esforçando para desenvolver uma nação soberana, só enfoca nosssa mazelas de corrupção e prepotência. Quando fala, seu objetivo parece ser realimentar um certo complexo de vira-lata, a idéia de que certas coisas são "areia demais pro nosso caminhãozinho". Bem, temos capacidade e podemos fazer o que bem entendermos!  

O Brasil já está no espaço, e pode muito mais!

O problema são os entreguistas - ora no comando, e eles controlam boa parte da narrativa pública. Por isso é importante irmos sempre às fontes (ou à wikipédia).

Ano que vem gravaremos balanços desses projetos.


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terça-feira, 15 de dezembro de 2020

O apocalipse zumbi aconteceu: o que nos resta após 233 semanas de pós-verdade?

Há exatos 1632 dias - 233 semanas - fizemos nossa última postagem neste blog - pouco mais de dois meses após o golpe jurídico-parlamentar-midiático de 17 de abril (que mal chegamos a comentar). O momento pedia urgência e como estávamos afogados em tarefas, trocamos escrever por falar, e seguimos analisando, criticando, denunciando no podcast Fronteiras da Ciência, que encerrou esta semana sua 11a temporada, com 436 programas produzidos.

Não comentamos o golpe diretamente antes, mas o essencial está contido na última postagem (logo abaixo). E, aparentemente, a única coisa que não deveríamos nunca perder de vista, foi exatamente o que se perdeu.

Resgatemo-la, então!


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segunda-feira, 27 de junho de 2016

O que não deveríamos esquecer na longa trilha...

Com algum atraso - pois fora escrito para registrar o
Ano Internacional da Luz / 2016, publiquei na edição de abril de 2016 (No. 167) de Scientific American Brasil, a coluna Observatório a seguir. Para manter a tradição, atrasei mais ainda para publicá-lo aqui...

O foco do artigo é um filme muito especial - Nostalgia de la Luz, do chileno Patricio Guzman, uma obra  inclassificável (como explico) e que recomendo a todos que assistam logo, caso ainda não o tenham feito. Assistam de preferência antes de prosseguir e ler a coluna abaixo.

Tod@s podem assistir a íntegra do filme aqui . Está narrado em espanhol (que não é uma lingua estrangeira) e aparece, aqui, com legendas em inglês.

As idéias foram alinhavadas para um debate realizado no IF da UFRGS durante a Semana Nacional de C&T (Semana Acadêmica da UFRGS), em 20 de outubro de 2015, após a exibição do filme.

Divirtam-se, e, sobretudo, reflitam.




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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Você pode substituir...

Memes envolvendo o "você pode substituir" da Bela Gil existem em grande número. Mas envolvendo a transformada de Legendre, uma ferramenta muito útil em mecânica e termodinâmica, acho que os nossos são os primeiros. Este aqui foi feito pela Brenda Malabarba:


e este por mim:



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sábado, 31 de outubro de 2015

Mais um Dia do Saci !

 
Mais uma vez estamos inundados de referências "festivas" à data de 31/10, que não tem qualquer raiz em nossa cultura local, uma vez que bruxas, elfos e demônios não pertencem ao núcleo das crendices populares brasileiras. Conhecemos, é claro, através do cinema e da literatura, mas não são aquelas criaturas que nossos avós e bisavós relatavam à volta do fogão de lenha. A proposta da SOCACI, a qual eu orgulhosamente integro - apesar de ser declaradamente asiceu (não creio na existência física de Sacis) - é, de forma divertida e educativa, difundir um saudável antídoto sócio-cultural para a aculturação neocolonial que nos assola.

Como as peraltices agrárias estão de novo na moda, e
o Saci é o mais famoso travesso do meio rural,
é uma boa ocasião para Aprender a Caçar seu Saci

 Mais matérias sobre o Dia do Saci 2015: após o artigo abaixo

Dia do Saci: a resposta brasileira ao
Dia das Bruxas

No Brasil, em contraponto ao tradicional "gostosuras ou travessuras" do Halloween, temos o Saci Pererê, que não deixa a desejar no quesito travessuras.


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domingo, 11 de outubro de 2015

A era digital afeta nossos encéfalos? (reprise)


 

https://www.lojasegmento.com.br/produtos/?emocoes_a_seu_favor&idproduto=4157&action=infoNa revista Mente e Cérebro do mês de setembro de 2015 foi publicada o artigo "O encéfalo e os desafios da era digital", como parte da seção Especial Tecnologia / Psiquismo 2.0. Trata-se da versão ampliada da coluna Observatório de edição nº128 de Scientific American Brasil, de janeiro de 2013, cujo texto disponilizamos à época neste blog. Essa revista-irmã é a edição brasileira da alemã Gehirn & Geist, também pertencente ao Grupo Scientific American, dedicada à psicologia, à psicanálise  e às neurociências, e que inclui, entre outros atrativos, colunas mensais do colega Sidarta Ribeiro publicadas desde 2004.

 









&C nº 272 (Setembro 2015)


O encéfalo e os desafios da era digital
(Jorge A. Quillfeldt)

Redes sociais e videogames interativos são vistos por vários autores
como principais responsáveis pelas mudanças comportamentais
(Leia este artigo na postagem de janeiro de 2013)

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9o Congresso Mundial do Cérebro: quando as neurociências do mundo se reuniram no Brasil !


Na edição de agosto de 2015 (No. 159) de Scientific American Brasil, o artigo a seguir saiu na coluna Observatório, escrito logo antes da realização, no Rio de Janeiro, do 9º Congresso Mundial do Cérebro da IBRO, uma honraria que prestigiou toda a ciência que desenvolvemos em nosso país. Chegando com algum atraso neste blog, os interessados podem ler, a seguir, uma versão ampliada e atualizada do original.

Os interessados em conhecer mais sobre esta área no país, podem assistir aos vídeos do NeuroChannel:

https://www.youtube.com/user/neurochannel1


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