E assim ressurgimos das cinzas (apenas no sentido metafórico, claro) para mais um ano de resistência!
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Criando o Clima: já na entrada do Teatro, quer dizer, do "Tribunal",
Daniel Dennett esteve em Porto Alegre no início de novembro para o Fronteiras do Pensamento. Este post não é para comentar ou resumir sua palestra, mas para deixar registrada a passagem e a participação do Ácido Cético no evento. Fomos convidados, pelo Francisco Marshall, diretor do Studio Clio, para fazer a palestra preparatória. Na "mesa", estiveram (da direita para a esquerda) Jorge Quillfeldt, Renato Z. Flores, Marco Idiart e o próprio Marshall, na quinta-feira anterior à palestra.
A Terra está viva – e se move. A tectônica global movimenta a fina crosta terrestre tanto horizontal quanto verticalmente, produzindo e destruindo rochas. Ao longo do tempo, este processo modifica as condições da superfície (onde está instalada a Vida terrestre), renova o suprimento dos elementos inorgânicos essenciais à vida e propicia ainda as condições para que parte dos organismos vivos tenha seu registro preservado. Nesse contexto, tal como os biólogos, os geólogos, historicamente, vêm discutindo a relação entre o processo e o registro. Uniformitarismo versus Catastrofismo. Eventos lentos, contínuos e graduais versus eventos episódicos de curta duração. O registro fóssil é tendenciado por diversos fatores e não é contínuo porque os processos geológicos que afetam a crosta também não o são. Os eventos geológicos influem diretamente na Evolução dos organismos (no registro, nos processos ou em ambos?).
Eles estão de volta!
Lá vai o serviço:
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