segunda-feira, 14 de abril de 2014

Literatura Fantástica, Impressoras 3D e a origem da água dos Oceanos!

Fronteiras da Ciência, em seu ano, está com a corda toda!

Nos programas mais recentes, cujos podcasts podem ser escutados aqui (ou assine nosso RSS), abordamos os mais diferentes temas: entrevistamos os escritores Christopher Kastensmidt e Cesar Alcázar (fundador da Argonautas Editora), que organizaram a IIIa Odisseia de Literatura Fantástica, recém ocorrida em Porto Alegre, conversamos sobre o atualíssimo tema das impressoras 3D com o colega do IF, Rafael Pezzi - veja um exemplo incrível de aplicação médica aqui -, e debatemos a origem extraterrestre da água dos oceanos, com o colega Othon Winter, professor da UNESP / Guaratinguetá e também popularizador da ciência.

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quarta-feira, 12 de março de 2014

Intolerância religiosa



Carlos Miraglia 

No dia 11/03/2014 encontramos a seguinte notícia veiculada em várias mídias pelo Brasil: "Vereador de Antônio Prado pede demissão de servidora por ela ser ateia. Alex Dotti (PMDB) subiu à tribuna na sessão de 4 de fevereiro e pediu a exoneração da assessora de imprensa."


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sexta-feira, 7 de março de 2014

Cansados de esperar?



Dia 10/3 estaremos de volta!


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terça-feira, 4 de março de 2014

Ciência sem idolatria - o alerta de Susan Haack

Talvez o maior êxito do advento da ciência seja a novidade quanto a sua atitude intelectual. Para sermos justos, a "descoberta" da razão é uma façanha grega da antiguidade clássica. Mas a ciência entendida como uma empresa coletiva e republicana voltada a uma explicação da realidade, guiada por uma postura racional (notadamente balizada por um ceticismo "saudável") é uma invenção da modernidade. São inegáveis seus espetaculares resultados teóricos e  tecnológicos neste relativamente curto período histórico.  Tão impressionantes que suscitaram em muitos uma compreensão equivocada da mesma, a ponto de comprometer sua legítima tarefa epistêmica. Principal erro: tomá-la como uma panacéia!

No texto a seguir, Susan Haack, de forma clara e lúcida, chama atenção para os perigosos excessos da idolatria à ciência, sem esquecer que, apesar de tudo,  ela é uma das maiores conquistas humanas.


 Carlos A. Miraglia (UFPel)


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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Experimentação com animais: o que está errado

No lamentável episódio da destruição de um importante laboratório científico-tecnológico brasileiro, vemos o resultado de vivermos em uma sociedade que se diz livre, mas que na verdade está mesmo está "livre" dos conhecimentos essenciais referentes a sua própria auto-subsistência. Somos um paradoxo!

Uma sociedade cuja mediação dos conhecimentos em grande escala está concentradíssma nas mãos da grande mídia, norteada basicamente por interesses econômicos imediatos e dedicada a enfocar somente aquilo que comove, abala, ou vende... Enfim, não é de estranhar que existam cada vez mais  pessoas que, abandonadas em meio à neblina espessa da desinformação generalizada, acabam alimentando toda sorte de postura obscurantista. Ironicamente o mesmo tipo de obscurantismo que costumam criticar ou temer quando se manifesta noutras latitudes...

O problema é complexo e multicausal, não há dúvidas, mas se deve também, em boa parte, a um fracasso da comunidade científica, que não tem feito sua parte, qual seja: um trabalho sistemático de divulgação científica que esclareça à população o que se está fazendo, por que se está fazendo, e que explique por que é necessário - pelo menos por enquanto - utilizar-se animais de experimentação nas ciências biomédicas, em diversos estágios do desenvolvimento científico e tecnológico.  Ou por que seria uma imensa irresponsabilidade abdicar, neste momento, deste instrumento epistemológico.

Na coluna Observatório da edição de fevereiro da revista Scientific American Brasil, tentei sintetizar os principais aspectos - geralmente desconhecidos e muitas vezes distorcidos - desse complexo e incendiário tema. Leia a seguir.

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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Cometa Cosmos completa primeira órbita em 9 de março!

1980 foi um dos poucos anos, daquela fantástica era em que engatinhamos para fora do berço e começamos a explorar o sistema solar, no qual nenhuma sonda espacial foi lançada, nem pelos EUA, nem pela então URSS. Mas foi neste ano que outro tipo de lançamento mudou a história da popularização da ciência: a série Cosmos foi ao ar, invadindo os lares de milhões de famílias, marcando definitivamente as mentes de milhares de futuros...cientistas. No Brasil exibia-se na Globo, no final das noites de domingo, sempre depois do "Fantástico". Na saudosa dublagem de Herbert Richards (não mais disponível), resultou em pelo menos 13 segundas-feiras de muito sono na escola (ou na Universidade), mas, mesmo assim, de pura euforia e imaginação.


Em 9 de março, o cometa Cosmos completa sua órbita elíptica de 34 anos e passa mais uma vez na Terra: estréia na TV Fox nos EUA a nova série Cosmos: Uma Odisséia pelo Espaço e pelo Tempo, apresentada por Neil deGrasse Tyson, que promete deixar marcas tão ou mais profundas quanto o velho Carl. No último treiler lançado em janeiro, dá para "ouvir" um pouco mais este grande divulgador.

No Brasil, estreará na quinta, dia 13, às 22h30 e INFELIZMENTE apenas no canal de TV a cabo NatGeo, pago, por supuesto.

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Feliz aniversário, Charles!


E assim ressurgimos das cinzas (apenas no sentido metafórico, claro) para mais um ano de resistência!

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

9a. Taverna Cética: 50 anos de Doctor Who

cartaz IX POA SiTP Dr Who v02
Em 23 de novembro deste ano a série britânica da BBC, Doctor Who, completará 50 anos!

Um episódio especial de 50 anos será exibido simultaneamente no mundo inteiro, tanto na TV a cabo (canal BBC) quanto em seletos cinemas 3D que os Whovians conseguiram garantir com sua mobilização: no Brasil, será exibido em Porto Alegre (mas também Rio, São Paulo e outras cidades ganharam uma colher de chá).

DW é considerada uma das mais bem-sucedidas séries televisivas de ficção-científica de todos os tempos, com reconhecimento da crítica e do público. Ainda não sabe por quê? Comece por aqui...

A nona edição da Taverna Cética (Porto Alegre Skeptics in the Pub) acontecerá dois dias antes, em 21/11, e será nossa homenagem aos 50 anos de Doctor Who!

Ingressos limitados (ver a seguir), e não cheguem Tardis!


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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Tamanhos surpreendentes!

Estamos acostumados a celebrar a imensidão do cosmo, tentando conceber as enormes distâncias que separam os astros e sabendo que o espaço é um lugar essencialmente vazio. Pudemos experimentar esta sensação em parte nos últimos dias assistindo ao filme Gravity de Alfonso Cuarón (apesar de alguns deslizes que nenhum aficcionado deixaria passar - veja também aqui e aqui). Mas algumas analogias ajudam a desvendar um outro "ângulo" dessa sensação de solidão: planetas, asteróides e outros objetos são objetos suficientemente grandes para - em que pesem as distâncias - ainda assim parecer-nos grandes...

É contraintuitivo e divertido.

É o que nos trouxe recentemente Randall Munroe em sua webcomic XKCD (ao lado) onde ocasionalmente publica seus infográficos nerd baseados em dados reais: neste caso, o cálculo, sobre a superfície da terra, da área projetada pelo disco aparente de cada astro mencionado. Afora a primeira - a mancha central de um eclipse - que conhecemos melhor, há várias medidas surpreendentes, especialmente a última. Se pensarmos que a dimensão angular de um objeto distante está relacionada com a resolução possível de um telescópio, e se bactérias são facilmente visíveis ao microscópio, por que não podemos enxergar - alguns perguntarão - nossas sondas espaciais mais distantes através de um telescópío?

Fica o palpitante desafio!

Dúvidas? Consulte o professor Fernando Lang.




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