segunda-feira, 15 de abril de 2013

Um satélite brasileiro da Via Láctea?

Do you like this post?
Imagem do aglomerado Balbinot 1, satélite situado nos confins
da nossa Galáxia -  Via Láctea - e descoberto pelos pesquisadores
do LIneA. O centro do aglomerado coincide com o centro da imagem,
onde vê-se claramente uma maior concentração de estrelas tênues.

No FdaC desta segunda, 15/04, entrevistamos os astrônomos Basílio Santiago e seu orientando Eduardo Balbinot, ambos da UFRGS, descobridores do satélite estelar que leva o nome de Balbinot 1. Saiba como o que são esses objetos e como foram detectados, afinal, não é todo dia que cientistas brasileiros batizam um achado científico!


Saiba mais aqui:

2 comentários:

Ivo da Silva Bitencourt disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ivo da Silva Bitencourt disse...

Parabéns Basílio e Eduardo, futuro muito promissor para novos astrofísicos.

Vejam esta notícia e o meu comentário:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fluxo-escuro-prova-da-existencia-de-outro-universo&id=010805090126

Cientistas acreditam ter encontrado as provas da existência de outro universo.

Creio que não seja outro, mas o reverso do mesmo universo. Imagine o universo como uma maçã. O polo norte atrai a matéria, engolindo estrelas, galáxias, espaço e tempo. Do outro lado no polo sul, expande poeira, luz, calor e outras radiações, além de expandir espaço/tempo em forma de energia escura.
O polo que encolhe a matéria, o espaço e o tempo,seria a soma de todos os buracos negros do universo, e o polo que expele poeira , energias em forma de luz, calor e outras radiações e expande o espaço e o tempo, seria a soma de todos os quasares do universo. E assim temos um universo que expande de um lado e encolhe do outro, mantendo a estrutura e o equilíbrio das energias sempre no ponto zero.
Sem necessidade de uma explosão (big bang) para justificar a expansão do lado do universo que observamos, já que a energia escura faz isso.